REQUIEM para um MITO do jornalismo desportivo português

A capa da edição de hoje do jornal "A BOLA" é como se decretasse o fim de uma antiga referência do jornalismo desportivo, e até da sociedade portuguesa.
Sem saudosismos, mas com nostalgia, recordamos o tempo em que ler "A BOLA" era como se tivéssemos "visto" o desafio efectuado longe das nossas possibilidades de deslocação.
Em que se discutia um "derby", a exibição individual de um jogador, ou a qualidade de uma equipa pela descrição dos jornalistas da Rua da Queimada.
Era o tempo da "Bíblia" - ou, "A BOLA" escreveu, então é verdade! - era afinal, o tempo de outra estirpe de gente.
Com grande pesar subscrevemos na integra o que foi escrito AQUI.

2 comentários:

augusto disse...

Até que enfim alguém diz que " o rei vai nu", Concordo totalmente com o foi escrito sobre o fim de um mito.

barrinhas disse...

Quem te viu(o jornal do Pinhão,Vitor Santos,Farinha,Cruz dos Santos,Aurélio Márcio e outros que já não me recordo agora,que fizeram e dignificaram a Bíblia como um jornal com crédito em qualquer parte do mundo)e vê esta merda de jornal sem qualquer ética e com conteudos e títulos rídiculos.
Deste "papel" nunca mais.