Sou do Belenenses. Costumo dizer: no melhor pano cai a nódoa
“[...] Sou um senhor português grisalho, pesado, às vezes taciturno, outras esfuziante. E sou do Belenenses, que dispõe dos mesmos atributos ou acessórios.
Ser do Belenenses (desculpem a presunção) é habitar um território de afectividades electivas: como pertencer a uma nação permanentemente movida pela esperança e percorrida pelo sopro do sonho. [...]”
Baptista-Bastos, Maio de 1993
"Sou do Belenenses. Costumo dizer: no melhor pano cai a nódoa"
Baptista-Bastos, in Diário Popular 21.04.1984
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