Di Pace, pelo lápis de Pargana para a colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época de 1954/55

Nº 63 - Miguel Di Pace. O argentino do C. F. «Os Belenenses», jogador de grande domínio de bola, de fintas desconcertantes e de característico «dribling». Começou a sua carreira no «Racing» de Buenos Aires, transitou sucessivamente, para o «Huracan» e «Universidade do Chile» e finalmente para o clube da «Cruz de Cristo», onde sente a camisola que traz, como qualquer português.

Tito, na colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época de 1954/55

Nº 99 - Alberto Silva «Tito». Lisboeta de nascimento, o irrequieto e oportuno extremo-esquerdo do C. F. «Os Belenenses», que encontrou, finalmente, o jogador que o clube do Restelo precisava naquele posto. Sempre em luta, tem obtido por esse motivo alguns golos, em ocasiões julgadas já perdidas.

Rui Ramos, na colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época de 1954/55

Nº 45 - Rui Ramos. Internacional, Olímpico, recordista do triplo-salto, com a marca «europeia» de 15,58 m. não teve em Helsínquia a actuação que se esperava, devido a lesão que o impossibilitou de dar pleno rendimento. Natural de Algés, representando o C. F. «Os Belenenses», tem, também, alcançado marcas de valor em «comprimento» e «altura». É um atleta dotado de excelentes qualidades para a modalidade que escolheu.  

Moreira, pelo lápis de Pargana para a colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época de 1954/55

Nº 24 - Raúl Francisco dos Santos Moreira. Internacional «militar», foi designado na equipa «Belenenses» para substituir o «Internacional» Serafim. A sua colocação, rapidez no desarme e poder de antecipação, indicam-no como sério candidato à equipa das «quinas». Natural de Carcavelos, o jovem jogador de Belém, é o tipo ideal do defesa no futebol moderno. 

José Pereira, pelo lápis de Pargana para a colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época 54/55

Nº 50 - José Pereira. Produto dos infantis e juniores do C.F. «Os Belenenses» é o actual guardião da equipa principal, tendo a honra de defender as redes nacionais «B» no encontro contra o Sarre, disputado em Lisboa em 1 de Maio de 1955, além de ter sido cinco vezes suplente. Chamaram-lhe já «Pássaro Azul» pelos seus extraordinários «vôos».

Raúl Figueiredo, pelo lápis de Pargana para a colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época 54/55

Nº 36 - Raúl António Leandro Figueiredo. Natural de Olhão, o defesa-central da equipa dos «Belenenses» (filho do saudoso Tamanqueiro), é um jogador em franco progresso. Forte no jogo por alto, domina bem o esférico rente ao solo, pelo que é uma das principais «torres» da defesa do clube de Belém.

Vicente, pelo lápis de Pargana para a colecção de cromos-caricaturas «Figuras dos Estádios» da época de 1954/55

Nº 13 - Vicente Lucas. Moçambicano que veio endossado aos «Belenenses». As suas actuações de nível superior, creditam-no como um dos melhores médios do futebol português. Excelente visão dos lances, lesto no desarme, que logo transforma em ataque, alia a estas qualidades uma correcção inexcedível. Teve a honra de ser chamado a actuar nas selecções «B» e «Militar».

Raúl Oliveira

Raúl Miguel Silva Fonseca Castanheira Oliveira, nasceu em Lisboa a 26/08/1972

⛹Representou o Belenenses na época de 1995/96. Defesa-central. Jogou 5 jogos no campeonato como titular, 3 jogos como suplente utilizado e foi suplente não utilizado em 7 jogos.
⚽A foto da direita, refere-se ao jogo da 12ª jornada, disputado no Estádio do Restelo no dia 26/11/1995, contra o Felgueiras. José Pratas, de Évora, foi o árbitro e os «teams» alinharam do seguinte modo:
⛹Belenenses - Ivkovic; Neves (Tonanha, aos 55'), Paulo Madeira, Raúl Oliveira e Fernando Mendes; M'Jid, Rogério, Miguel Mota (Rui Esteves, aos 56') e Paulo Gomes (Calila, aos 45'); Fertout e César Brito. Suplentes não utilizados: Valente e Pedro Barny. Treinador: João Alves.
⛹Felgueiras - Zé Carlos; Amaral (Teixeira, ex-Belenenses, aos 64'), Acácio, Rui Gregório (ex-Belenenses) e Leal; José Joaquim, Erivonaldo, Costa e Sérgio Conceição; Lewis (Rosário, aos 75') e Baroni (Krstic, aos 71'). Suplentes não utilizados: Avelino e Vicente. Treinador: Jorge Jesus
⚽ Resultado final: Belenenses, 0 - Felgueiras, 1 (golo de Baroni, aos 4')

Foi na equipa azul que Dimas fez desabrochar todas as suas qualidades


Foram essas características, e ainda a sua total disciplina, que levaram o seleccionador, quando muitos, por ironia fácil chamaram "Puskas" ao voluntarioso jogador, a escolhê-lo para a equipa que defrontou a Inglaterra - e que alcançaria, no Estádio das Antas, a mais sensacional vitória do futebol português e que ficou, também, como a mais bela vitória de Dimas.

...Mas só no Belenenses!...
...Mas não foi ainda no clube do Sado que o irrequieto (irrequieto e fugaz) Dimas havia de conquistar notoriedade.
Isso sucedia mais tarde já no Belenenses, para onde ele se transferiu na época de 1952/53.
O Belenenses foi sempre, para si, deste garoto, o clube de simpatia.
E foi na equipa azul, à vontade, que Dimas fez desabrochar todas as suas qualidades.
Começou a dar nas vistas dos técnicos, e embora muito discutido pela massa associativa foi, aos poucos, conquistando a confiança dos outros e, o que mais importa, a confiança no seu próprio valor.

Dimas, o fogoso avançado de Belém

Estreou-se no Ginásio do Sul, jogou no Vitória de Setúbal...
José Romão Dimas é quase lisboeta e quase porque nasceu pertinho da capital, ali, na vizinha vila de Almada - no dia 7 de Maio de 1930.
Em Almada, como em muitas outras vilas do país, há várias colectividades desportivas, que fazem do futebol a principal razão da sua existência.
Atraem os jovens que gostam do jogo e difundem, entre eles, o gosto pelo jogo...
E Dimas, que deste garoto se apaixonara pelo futebol, ingressou numa dessas simpáticas colectividades, o Ginásio do Sul, quando tinha 16 anos. E aí se manteve até 1949 (três épocas) passando depois ao Vitória de Setúbal, clube de maior projecção e onde, pensava, as suas qualidades se imporiam mais facilmente.

INTERNACIONAL BRIOSO
Antes, já Dimas envergara a camisola da equipa das cinco quinas, pela selecção B, que alcançou clamoroso triunfo (6-1) sobre a representação do Sarre.
Dimas, depois do célebre jogo com a Inglaterra, alinhou pela equipa B contra a Áustria e retornou à equipa A, defrontando a Turquia e o Brasil.
E sempre, ou obedecendo a planos táctico, ou ao impulso das suas características, Dimas foi, é, um internacional brioso, que não volta a cara ao adversário, que só desiste de lutar quando a bola está...fora do campo.

Post publicado originalmente em 13/11/2009

No Estádio Nacional: S. Paulo, 4 - Belenenses, 2

Domingo, 6 de Maio de 1951
Belenenses: José Sério; António Figueiredo e Serafim das Neves; José Maria Pedroto, António Feliciano e António Castela; Mário Rui; Renato Marchiaro, Narciso Pereira, Umberto Buchelli e António Castanheira (Pinto de Almeida, ao intervalo). Treinador: Fernando Vaz.
⚽ Narciso e Pinto de Almeida, marcaram os golos belenenses.

Marcaram-se 11 pontos nas Salésias no impressionante jogo da 1ª Liga entre o Belenenses e o Sporting

Jornada 11ª da 1ª Liga - 3 de Abril de 1938. Jogo nas Salésias. Uma casa boa. Muito entusiasmo. Árbitro - Manuel de Oliveira (Coimbra). Eis as linhas:
Belenenses - Artur Dyson; Francisco Gatinho e José Simões; Mariano Amaro, Varela Marques e Rodrigues Alves; Perfeito Rodrigues, Alberto Jesus, Jaime Viegas, Bernardo Soares e José Luiz
Sporting - Azevedo; Jurado e Galvão; Rui Araújo, Paciencia e «Manecas»; Mourão, Soeiro, Peyroteo, Pedro Pireza e Cruz.
A saída pertenceu ao Sporting, que realizou as primeiras incursões, sem inquietar Dyson. Na resposta belenense, a bola também não chegou a passar da defesa leonina.
Cêdo se marcou o primeiro ponto da tarde: havia 3 minutos de jogo. Obteve-o o Sporting, após uma avançada em forma, com inicio a meio do terreno. Rui passou a Mourão, depois Peyroteo e Soeiro, o qual serviu João da Cruz, que «shotou» ás balisas. Dyson defendeu com dificuldade, para perto, e Cruz, na recarga fez o «goal».
No termo dos vinte minutos, o Sporting fez 2-0. Ataque pela direita e centro de Mourão, que a defesa azul não devolveu com necessária presteza, proporcionando a Peyroteo, um remate rasteiro, que Dyson não pôde segurar.
A fisionomia do encontro não se alterou. O Belenenses continuou animoso, a fazer um maior numero de avançadas que os «leões». Aos 32 m, os «azues» reduziram a diferença, na sequencia de um canto marcado por José Luíz. A bola chegou directa a Jesus que, apoiando-se em Paciencia, rematou de cabeça a contar.
Três minutos depois, o Sporting fez novo ponto - por sinal vistoso. Pireza, em luta com Gatinho levou a melhor e passou a bola a Cruz. Este, centrou com a conta precisa, e Peyroteo, de cabeça, antecipou-se a Dyson, para introduzir a bola na balisa por um pequeno espaço entre a balisa e o guarda-rêde.
Aos 40 minutos 4-1 - Com os movimentos facilitados pela indecisão da defesa contrária, a bola girou de Peyroteo a Cruz, deste a Mourão, e por fim a Pireza, que foi o marcador.
No declinar desta parte, um «livre» marcado por Gatinho, a mais de 30 metros, ia resultando. O «tiro» bateu Azevedo, mas a trave devolveu o esférico, perdendo-se a recarga.
O intervalo chega com o Sporting a ganhar 4-1, mas com os ânimos exaltados, em virtude de o árbitro não ter assinalado uma mão a Galvão.
A segunda parte. Começou esta parte com os ânimos em efervescencia. O público e os jogadores belenenses voltaram, agora, a reclamar a penalidade máxima, por falta atribuída a Paciencia. O árbitro tornou a não atender os reclamantes, e o jogo perdeu bastante daquela compostura que constituiu um dos motivos de agrado de quasi toda a primeira parte.
Em poucos minutos, Soeiro, Pireza e Azevedo fôram alvo das «caricias» do adversário.
Aos 5 m., teve o Belenenses o seu segundo ponto à vista. O remate de Perfeito parecia destinado a exito, mas Azevedo «in-extremis» evitou o «goal».
Aos 18 m., o Belenenses marcou pela segunda vez. Viegas, acercou-se das rêdes contrárias, passou Galvão, e mesmo com esse defesa à ilharga, apontou de vagar para o melhor sitio, marcando o ponto.
Três minutos depois, o marcador acusou 5-2, com ponto novo a favor do Sporting, marcado por João da Cruz, na aplicação de uma penalidade maxima, provocada por uma entrada de Gatinho a Peyroteo.
No curto espaço de oito minutos, a vitória do Sporting - que parecia assegurada - desfez-se com três pontos de enfiada, obtidos pelo Belenenses.
Aos 35 m. exactos, surgiu o primeiro da série, bonito por sinal. Perfeito, parou a bola quasi sobre o limite do terreno e centrou à vontade, proporcionando a Bernardo o remate, lançado a meia altura, sem deixar cair a bola no solo.
Dois minutos depois, o novo ponto dos «azues» com um grande «tiro» de Jesus, a um passe do seu interior direito.
Finalmente, o empate (5 a 5) obtido por Perfeito, na sequencia de um centro vindo da esquerda. Estava, porém, escrito que o Sporting não se deixaria bater, e a 2 minutos do fim Peyroteo - sempre ele - em luta cerrada com a defesa contrária, conseguiu o triunfo para o seu clube, fazendo o 6º ponto. E acabou o jogo que foi impressionante.
Os melhores do Sporting: Azevedo, Peyroteo e Paciencia. Do Belenenses: Amaro, Perfeito e, por vezes, os dois interiores.
⛹ Alberto de Jesus, foi jogador do Belenenses de 1937/38 a 1940/41.

Uma homenagem às «reservas» no Belenenses - Benfica ! e porque não ?

Capa da revista «Stadium» de 28 de Setembro de 1949

Belenenses - Benfica. Uma homenagem às «reservas» dos clubes ! e porque não ? Os rapazes lutam com estoicismo e a melhor dedicação. Merecem os favores do público e da critica. Nesta fase, nota-se certo merecimento na luta - igual, até superior a muitas jogadas que assistimos quando se exibem os grupos de honra. Intervêm: Frade que cabeceia uma bola alta, perante a surpresa de Paulo. 

Estádio das Salésias, 25 de Setembro de 1949. Jogo para a «Taça Preparação». Assistência razoável. Derrota por 3-1. O Belenenses alinhou com: Joaquim Caetano; Adelino Moura e António Portas; Inácio Rebelo, José Gonçalves e David Matos; Carlos Frade, Pinto de Almeida, Francisco Rocha, Pereira Duarte e Diógenes Boavida (ex-FC Porto).

Vasco, o forte e enérgico defesa belenense

Capa da revista "Stadium" de 26 de Janeiro de 1949
Belenenses, 3 - F.C. Porto, 1. Vasco, o forte defesa belenense, e Lino o hábil extremo do F.C. Porto, aplicam-se na disputa da bola que parece mais ao alcance do nortenho. A fase revela, no entanto, que azuis de Lisboa e do Porto se bateram com a melhor energia!
⛹Jogo nas Salésias, 23 de Janeiro de 1949 - 18ª jornada do campeonato nacional. O Belenenses alinhou com: Sério; Vasco e Feliciano; Rebelo, Figueiredo e Serafim; Nunes, Vicente do Ó, Sidónio, Duarte e Narciso. 
⚽Marcadores: 1-0, aos 31' auto-golo de Alfredo; 2-0, por Sidónio, aos 34'; 2-1, aos 47', por Sanfins; 3-1, por Vicente do Ó, aos 83'. 

Mariano Amaro, foi ovacionado largamente pelo público na sua festa de despedida

Capa da revista «Stadium» de 29 de Dezembro de 1949
Mourão, tendo ao seu lado Soeiro, dois homens da linha nacional de 1942, abraça o famoso internacional belenense, a quem todo o público ovacionou também largamente.

O Belenenses inicia o campeonato com empate na Tapadinha, em jogo de nervos e desgastante

Capa da revista «Stadium» de 12 de Outubro de 1949
«Na Tapadinha, Atlético, 1 - Belenenses, 1. Sidónio explosivo, tenta o golo. Os rapazes do Atlético estão na disposição de apagar o fogo» 
Jogo na Tapadinha, 9 de Outubro de 1949. 1ª jornada do campeonato nacional.
⛹ Belenenses: Sério; Rebelo, Feliciano e Serafim; Pinto de Almeida e Figueiredo; Narciso, Garnacho, Sidónio, Rocha e Diógenes
⚽ Golo de Sidónio aos 13' e de Teixeira da Silva aos 33' para o Atlético.

Alcino, o novo dianteiro de Belém mostra a finesse do seu jôgo

O Belenenses segue magnificamente a sua carreira! Alcino, o novo dianteiro de Belém, mostra a finesse do seu jôgo ao driblar Pereira, do Atlético, cuja intenção é cortar-lhe o passo. 
⚽ Capa da revista "Stadium" de 9 de Fevereiro de 1949 - Post publicado originalmente em 25/11/2009 

Equipa do C.F. «Os Belenenses» da época de 1989/90

O "onze" que venceu o Sporting, em jogo a contar para a 33ª jornada do campeonato nacional. De pé: José António, Jaime, Oliveira, Justino, Gonçalves, Chiquinho Conde e Juanico. Agachados: Fernando «Macaé», Galo, Edmundo e Zé Mário.
⚽ Estádio do Restelo, 13 de Maio de 1990. Árbitro: Veiga Trigo, de Beja. 
⛹ Belenenses - Justino; Galo, José António e Zé Mário; Juanico, Jaime (Paulo Monteiro, aos 74'), Oliveira e Macaé; Gonçalves (Chico Faria, aos 61') e Chiquinho. Treinador: Moisés Andrade. Suplentes não utilizados: Pedro Espinha, Carlos Ribeiro e Adão.
⛹ Sporting - Ivkovic; Marinho (Amaral, aos 66'), Paulo Torres, Venâncio e Miguel; Figo, Oceano, Douglas e Cadete; Fernando Gomes e Filipe (Edel, aos 56'). Treinador: Raúl Águas. Suplentes não utilizados: Vital, Litos e Marlon. 
⚽ Marcador: Chico Faria, aos 78'. Resultado final: Belenenses, 1 - Sporting, 0

Equipa do C.F. «Os Belenenses» da época de 1985/86

Hélder das Mercês, Jaime das Mercês, Sambinha, Jorge Martins, Paulo Monteiro e Joel
Ademar, Artur Fonte, «Djão», Sobrinho e Kostov
⚽Foto do «onze» que iniciou o jogo em Chaves, contra o Desportivo local, no dia 31/08/1985, a contar para a 2ª jornada do campeonato nacional. Jorge Silva substituiu Paulo Monteiro aos 65' e Sambinha foi substituído por Joaquim Murça, aos 74'. Permaneceram no banco, Justino e Paulo Antunes. O treinador era Jimmy Melia. O Belenenses, perdeu por 2-0.

João Batista de Oliveira

Itaperuna - RJ (Brasil), 19/02/1960
Jogador do Belenenses nas épocas de 1989/90 e 1990/91
Titular (defesa-central) em 39 jogos do campeonato nacional 

A equipa do C.F. «Os Belenenses» da época de 1965/66 em cromos da «Colecção de Artistas» - edição Confeitaria Alex

José Pereira, Rodrigues, Ribeiro, Alberto Luís, Pelézinho, 
Vicente, Adelino, Carlos Pedro, Liras, Teodoro, Godinho...
...e os adeptos belenenses: Maria João (locutora e apresentadora de programas infantis, na RTP), Rogério Paulo (actor), Cidália Moreira (fadista) e Gomes Ferreira (locutor/jornalista de rádio e RTP).