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A estreia de Mário Rui com a camisola do Belenenses

Marvila (Lisboa), 24 de Setembro de 1950: Jogo no Campo «Eng. Carlos Salema» presenceado por numerosa assistência e dirigido pelo Sr. Evaristo dos Santos, de Setúbal - 2ª jornada do Campeonato Nacional de Futebol.

Belenenses - Sério; Rebelo e Serafim; Castela, António Figueiredo e Frade; Mário Rui (ex-Caparica), Pedroto, Sidónio, Pinto de Almeida e Narciso.

Treinador: Augusto Silva 

Oriental - Graça (ex-F.C.Porto); Casimiro e Morais; Teixeira da Silva, Alfredo e Eleutério; Alvarinho, Leitão, França, Mário Vicente e Pina.

Marcadores: 1-0, aos 15' por Mário Vicente; 2-0, aos 63' por Pina; 3-0, aos 68' por Alvarinho; 3-1, aos 70' por Pinto de Almeida. Resultado final: C.O.L., 3 - Belenenses, 1.

Equipa de Honra do C.F. "Os Belenenses" da época 1951/52


Sério, Castela, A. Figueiredo, Narciso, Caetano, Rebelo, Frade, Feliciano e R. Figueiredo
Serafim, Mário Rui, Aires Martins, Francisco André, Pedroto e Castanheira
Post originalmente publicado em 07/06/2009

Equipa de Honra do C.F.«Os Belenenses» da época 1951/52

José Sério, António Castela, António Figueiredo, Narciso Pereira, Joaquim Caetano, Inácio Rebelo, Carlos Frade, António Feliciano e Raúl Figueiredo.
Serafim das Neves, Mário Rui, Aires Martins, Francisco André, José Maria Pedroto e António Castanheira.
Post originalmente publicado em 25/11/2008 

Equipa de Honra do C.F.“Os Belenenses” da época 1950/51

António Figueiredo, Castela, Serafim, Feliciano, Frade, Rebelo, Carmo Duarte e Sério
João Mário Jordão, Pinto de Almeida, José Maria Pedroto, Sidónio, Castanheira e Narciso
Post publicado originalmente em 10/02/2008

O «onze» do Belenenses que jogou com o S. Paulo em 1951

📸 José Sério, José Maria Pedroto, António Castela, Serafim das Neves, António Figueiredo e António Feliciano.
Mário Rui, Renato Marchiaro, Narciso Pereira, Umberto Buchelli e António Castanheira.
Estádio Nacional, 6 de Maio de 1951. Belenenses, 2 - S. Paulo, 4
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A equipa de Belém jogou com a defesa bastante aberta e sem compenetração facilitando o ágil ataque «leonino»

📷Uma jogada na grande área do Belenenses, com golpe da cabeça por parte de Serafim, muito enérgico, Martins como se agacha, vendo-se no outro lado Pinto de Almeida e Jesus Correia.
🏆Lisboa, 12 de Novembro de 1950. Jogo no Estádio José de Alvalade com farta assistência. Árbitro: Reis Santos, de Santarém. 9ª jornada do campeonato nacional. As equipas apresentaram:
⛹ Belenenses - Caetano; Henrique Silva (ex-júnior) e Serafim das Neves; Pinto de Almeida, Feliciano e Inácio Rebelo; Mário Rui, José Maria Pedroto, Carlos Frade, Aires Martins e Mário Mota (ex-júnior). Treinador: Augusto Silva.
➢ Realce-se as estreias na equipa de honra dos ex-juniores Henrique Silva e Mário Mota.
⛹ Sporting - Azevedo; Caldeira e Juvenal; Canário, Passos e Veríssimo; Jesus Correia; Vasques, Mário Wilson, José Travaços e Martins. Treinador: Randolph Galloway.
⚽Marcadores: Wilson aos 3' e 51'; Vasques aos 7', 23' e 44', este último de penalti; Martins aos 29'; Serafim das Neves aos 17' e 85', ambos de livre directo. Resultado final: Sporting, 6 - Belenenses, 2.
➤ Classificação geral à 9ª jornada: 1º Sporting com 17 pontos; Belenenses em 14º e último lugar com 6 pontos, ex aequo com o S.C. Olhanense (13º) e o Vitória de Guimarães (12º).   
📷 Joaquim Caetano tira a bola dos pés de Mário Wilson no momento preciso; Henrique um dos estreantes do Belenenses, acorre à jogada. 

O Belenenses atacou bastante mas os seus avançados não remataram à baliza...

📷 Caetano, do Belenenses, defende uma bola por alto 
➤ Jogo no Estádio Municipal «José dos Santos Pinto», Covilhã, 10 de Dezembro de 1950. Campeonato nacional: 13ª jornada e última da 1ª volta. Árbitro: Anízio Morgado, da A.F. do Porto. Jogo com muita assistência. As equipas alinharam:
⛹ Belenenses - Caetano; Henrique Silva e Serafim das Neves; Castela, Feliciano e Rebelo; Sidónio, Pedroto e Vieira; Pinto de Almeida e Castanheira.
⛹ Covilhã - António José; Roque e Oliveira; Diamantino, Mário Reis e Simões; Carlos Ferreira, Martin, Simonyi, Tomé e Livramento. 
⚽ Marcadores: 1-0, aos 20' por Simonyi; 2-0, aos 89' por Livramento. Resultado final: Covilhã, 2 - Belenenses, 0
🠊 Classificação à 13ª jornada: 1º Sporting com 23 pontos; 5º Covilhã com 14 pontos; 10º Belenenses com 11 pontos. 

A boa acção da defesa de Belém opôs-se com êxito à melhor factura de jogo dos argentinos do Lanús

Pedroto e Rebelo no dia que jogaram com o Clube Atlético Lanús 
e estrearam a nova camisola «azul-aço»
⚽Estádio Nacional, 23 de Dezembro de 1951. Segundo jogo internacional da tarde desportiva. Antes, o Benfica tinha jogado com os austríacos do Admira, que patentearam grande classe e golearam (8-1) facilmente. Árbitro: Mário Ribeiro Sanches. Alinharam:
⛹Belenenses - José Sério; Francisco Rocha, António Feliciano e Serafim das Neves; Carlos Frade e Inácio Rebelo; Mário Rui (António Figueiredo, aos 30'), José Maria Pedroto, Francisco André, Mendes* (Castanheira, aos 15') e Narciso. 
⛹Clube Atlético Lanús - Vega; Calvente, Strembel e Mercado; Daponte e Vivas; Garfauoci, Gil, Catoira, Martinez e Duran.
⚽Marcador: 0-1, aos 74' por Gil. Resultado final: Belenenses, 0 - Lanús, 1
* Estreia de Mendes pela equipa de honra do Belenenses. Mendes, era primo de Matateu.

A equipa do Belenenses da época de 1951/52 em cromos de caramelos da colecção "Campeonatos" da Fáb. Universal

Francisco Rocha, José Sério, Serafim das Neves
António Castela, António Feliciano, Inácio Rebelo
Mário Rui, J.M.Pedroto, Francisco André, Matateu e J. Narciso Pereira
📘Edição da Fábrica Universal (António E. Brito), Rua da Alegria, 22 - Lisboa

O Belenenses recebeu 335 contos pela transferência de Pedroto - um “record” para a época

E porquê? Pedroto explicava assim como as coisas se passaram: “- Eu estava satisfeito no Belenenses e, financeiramente, a minha situação não era nada má, pois o emprego que tinha na Hidro-Eléctrica do Zêzere era bem remunerada. Portanto, quando fui abordado por emissários do F.C.P., fixei a verba astronómica de 150 contos para mim, convencido que não seria aceite tal pedido. 
Ás contra-propostas que, depois, recebi – não tirei nem um tostão. Despedi-me do emprego e do Belenenses com aquela quantia em meu poder. As “dêmarches” arrastaram-se por longo tempo, pois, por sua vez, o Clube de Belém exigia para si 500 contos. Mas, no fim tudo se arranjou, recebendo o Belenenses 335 contos. Quer dizer, a cifra total que o F.C. do Porto despendeu nessa altura (cerca de 500 contos), constitui para a época uma transferência “record”.”

José Maria Pedroto, 22º jogador Internacional “A” do Clube de Futebol “Os Belenenses”

Uma Internacionalização enquanto jogador do Belenenses. Total de Internacionalizações: 17. Estreia a 20 de Abril de 1952, contra a Selecção da França (0-3). Posição: médio/avançado. Golos marcados: Nenhum
  • post publicado originalmente em 24/06/2008 

Os Belenenses, 4 - Real Club Deportivo de La Coruña, 1

Foto da equipa do Belenenses que no dia 2 de Abril de 1950 venceu o Desportivo da Corunha por 4-1, nas Salésias. De pé e da esquerda para a direita: Rino Martini (treinador), António Figueiredo, Joaquim Caetano, Inácio Rebelo, Bravo, António Feliciano, Carlos Frade e Palma Soeiro. Agachados e pela mesma ordem: João Mário Jordão, Manuel Pinto de Almeida, Francisco Rocha, Sidónio, José Maria Pedroto e Narciso Pereira
Neste jogo, Pedroto, ainda jogador do Lusitano de Vila Real de Santo António, foi cedido por empréstimo, e assim fez o primeiro jogo com a camisola do Belenenses
Chegaram ao clube nesse ano, Bravo, vindo do San Sebastian (Espanha), João Mário Jordão, (Barreirense) e Palma Soeiro, (Cuf de Lisboa). Foto e texto do Amigo do BI, Joaquim Caetano.
Sob a arbitragem de Luís Vilaça e com a presença de uma boa assistência, as equipas alinharam do seguinte modo: 
⛹Belenenses - Caetano; Figueiredo e Rebelo; Pinto de Almeida, Feliciano e Frade (Rocha, aos 50'); Narciso, Bravo, Sidónio, Pedroto e Palma Soeiro (Jordão, ao intervalo). Treinador: Rino Martini.
⛹Deportivo - Pita; Botana e Pedrito; Martin, Ponte e Guimerans; Franco, Moll, Ponce, Dieste e Tino.
⚽Marcadores: 0-1, aos 10' por Ponte; 1-1, aos 18' por Frade; 2-1, aos 58' por Pedroto; 3-1, aos 65' por Narciso; 4-1, aos 88' por Jordão.
  • Post publicado originalmente em 21/03/2009

O Belenenses certo no ataque venceu com merecimento o Porto por 2-0, em jogo para a «Taça» de Portugal de 1951

  1. Joaquim, deixou escapar esta bola para de seguida, Rebelo entrar na sua posse. Buchelli (10) e Pedroto (4) estão na expectativa;
  2. Um ataque dos portuenses junto da grande área do Belenenses. Enquanto Sério está atento à jogada no terreno a luta desenvolve-se com a colaboração de oito jogadores. Em grande plano, de costas, vê-se com o número 3, Serafim;
  3. Barrigana saltou alto e captou a bola por entre Marchiaro, Pedroto, José Maria, Alfredo e Pinto Vieira;
  4. Outro lance movimentado em que Barrigana entra de posse da bola. Alfredo, Pedroto, Virgílio, e Mário Rui estão atentos; 
  5. Jogo da 1ª mão dos quartos de final da Taça de Portugal da época de 1950/51. No Porto, o jogo terminou empatado a zero
Salésias, 22 de Abril de 1951. O Belenenses, alinhou do seguinte modo: José Sério; Figueiredo e Serafim das Neves; Pedroto, Feliciano e Inácio Rebelo; Mário Rui, Renato Marchiaro, Narciso, Umberto Buchelli e António Castanheira
FC Porto, alinhou com: Barrigana; Virgílio e Carvalho; Joaquim, Alfredo e Pinto Vieira; Hernâni, Nelo, Monteiro da Costa, José Maria e Sanfins
Marcadores: 1-0, aos 56' por Marchiaro. Castanheira, criou uma situação de perigo para os visitantes e Pinto Vieira não afastou o perigo como convinha; Marchiaro aproveitou o ensejo e habilidosamente fez um golo para o Belenenses. 2-0, aos 75' por Narciso. A bola girou de Castanheira para Marchiaro e deste para Narciso, que se internou e evitando a carga de Alfredo rematou com êxito. A intervenção de Barrigana não evitou que o resultado passa-se para 2-0.

Pedroto faleceu há 30 anos

Em 1950, José Maria Pedroto, transfere-se do Lusitano de V.R.S.A. para o Belenenses a troco de 50 contos (25 para o Lusitano e 25 para o jogador) e de um emprego na Hidroeléctrica do Zêzere. Em 1951 estreia-se na Selecção Nacional, em Paris. Em 1952 a sua transferência para o F.C. Porto envolveu verbas astronómicas, para a época. O Porto pagou dez vezes mais que o Belém tinha pago. Esse dinheiro foi fundamental para o arranque da construção do Estádio do Restelo

José Maria Pedroto comanda o ataque «azul»

Vistosa defesa de Barrigana, guardião do F. C. do Porto, a um remate do atacante belenense José Maria Pedroto, no desafio contra o Porto (1-1), a contar para o campeonato nacional de 1951/52.