A primeira "Bola de Prata" (1952/53) conquistada por Matateu

⚽Estádio das Salésias, 10 de Maio de 1953. A "Bola de Prata" de 1952/53, prémio para o melhor marcador (29 golos) do campeonato, entregue pelo tenente-coronel Ribeiro dos Reis, director do jornal «A BOLA».
A propósito da iniciativa Ribeiro dos Reis proferiu uma alocução alusiva às qualidades futebolísticas do avançado-centro do Belenenses, que após receber o prémio deu uma volta ao Estádio, sendo muito ovacionado pelos assistentes ao jogo com o Barreirense a contar para a 2ª eliminatória dos oitavos-de-final da Taça de Portugal.

»Matateu dirigiu-se depois ao camarote da Direcção do Belenenses entregando a «Bola de Prata» a Francisco Mega, presidente do Clube da Cruz de Cristo.»  

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Em «férias» nos Açores

Os irmãos Rebelo, Cesário e Inácio, Matateu e Miguel di Pace no cenário deslumbrante das sete cidades, na ilha de S. Miguel.

Digressão do Belenenses a Angola em Julho de 1955

"Ao homem que tem sido o nosso orgulho" foi a dedicatória que os luandenses colocaram na salva de prata que ofereceram a Matateu, em Julho de 1955. Angeja e Dimas, assistem.

O treinador do Belenenses, Umberto Buchelli, com os seus «rapazes» na boca do túnel

Época 1953/54 - O treinador uruguaio Umberto Buchelli dá as últimas instruções a Serafim das Neves. Matateu, com uma lesão na clavícula e fumando o seu cigarrinho, José Dimas, António Feliciano, Francisco Pires e Fernando (Nini) são os primeiros a assomarem-se à saída do túnel que conduz ao relvado, do Estádio Nacional. 

Entrevista de Mourinho Félix ao jornal 'as': "Se o meu filho tivesse a humildade que eu tive já o tinham comido"

¿Cómo consiguió hacerse futbolista profesional? 
Hay un error en lo que está escrito en internet. Mi padre no era presidente del Setúbal. Era el padre de mi mujer. Yo nací en una provincia del sur de Portugal, perteneciente al mismo Setúbal, y allí terminé jugando. Me mantuve trece años y luego estuve durante seis en Os Belenenses.

¿Qué delantero le quitaba el sueño? 
En Portugal había dos: Eusebio y Matateu. Eusebio le pegaba al balón y siempre iba a portería. ¡Nunca supe cómo lo hacía, y a una velocidad tremenda! Matateu era fuerte, muy fuerte. Jugó en Os Belenenses y era mejor que Eusebio en el área. Tenía más regate, mayor habilidad.

¿Cómo fue para un equipo como Os Belenenses jugar en el Bernabéu aquel homenaje al gran Gento? 
Aquel año habíamos quedado segundos en la Liga, nuestra mejor posición hasta la fecha. Fue como un premio. Recuerdo que el tiempo era horroroso en Lisboa, que esperamos y esperamos en el aeropuerto y que el avión no podía salir. ¡Habríamos ido corriendo! Al final, salimos en tren.

¿Y qué pasó? 
Toda la noche en el coche cama. Y cuando llegamos a la estación de Madrid fue una gran sorpresa ver a Gento, allí solo en el andén, para recibirnos. ¡Qué hombre! Allí estaba, con una chaqueta clara. Y él mismo nos llevó al hotel casi a punto de amanecer.

¿Cómo fue jugar en el Santiago Bernabéu? 
Ahora debe de ser lo mismo para los jugadores actuales. Era una cosa de otro mundo. Nos regalaron a todos un reloj de la marca Real Madrid. Aún se lo enseño a mis amigos.

¿Y Gento le marcó el último gol de su carrera
De penalti.

¿Se lo dejó? 
No, en serio. Cuando le pegaba a la pelota casi no se veía. Sin embargo, el penalti sí que lo arregló el árbitro, para que marcara (risas). Fue bonito Con el Madrid jugó Eusebio y alguna estrella más de la época.

Aun así, fue internacional
Sólo lo fui en un partido. Tenía ya 32 años. Fue maravilloso, una mini Copa en Brasil contra Irlanda. Entré en el segundo tiempo. Fue un premio. En otras épocas, cuando estaba en Setúbal, lo había merecido, pero era un club que difícilmente daba porteros a la selección. A Os Belenenses llegué con 29 años y a pesar de eso tuve mucha más proyección.

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Salésias e Matateu: dois nomes míticos para os Belenenses

Belenenses - Benfica nas Salésias: os jogadores benfiquistas, Artur e Bastos, já nada podem fazer porque a bola chutada por Matateu já está dentro da baliza.

23 de Setembro de 1951: o dia em que Matateu foi levado em ombros das Salésias até à Rua da Junqueira

"E veio a ansiada estreia contra o Porto, em 16 de Setembro de 1951, precisamente doze dias depois da sua chegada a Lisboa. Estreia auspiciosa num jogo de empate (3-3). Mas oito dias depois é que foi a verdadeira consagração. Nas Salésias, o Belenenses recebeu o Sporting, aureolado com o título nacional. Com dois golos soberbos que nem a superior classe do grande Azevedo conseguiu evitar. Matateu foi o herói da tarde, contribuindo de maneira decisiva para a sensacional vitória (4-3) da sua equipa."
Constituição da equipa do Belenenses nesse célebre jogo: 
José Sério; António Figueiredo e Serafim das Neves; António Castela, António Feliciano e Inácio Rebelo; Mário Rui, José Maria Pedroto e Francisco André; Matateu e Narciso Pereira.

Matateu regressa ao Belenenses ? Pode acontecer...

"Chegou ao nosso conhecimento que Matateu tem possibilidades de regressar ao Belenenses. 
A notícia não deixa de ser sensacional, na medida até que o moçambicano não deve interessar aos «azuis» sob o ponto de vista desportivo. 
Mas o Belenenses, talvez recordado das grandes tardes de Matateu, talvez grato pelos seus antigos serviços, talvez mesmo um bocadinho por sentimentalismo, parece disposto a receber a «velha glória» na sua casa do Restelo. 
Se a notícia se confirmar, é provável que corram lágrimas de emoção nas faces dos belenenses saudosistas e sempre tão arreigados às suas queridas tradições..."

In 1ª página de 'A Bola' de 29 de Abril de 1967

Plantel do Belenenses da época de 1987/88 em estágio

Da esquerda para a direita: Juanico, Sobrinho, Hilário, José António, Vivaldo, Jorge Martins, Chiquinho Conde, Justino, Galo, Jaime, Mladenov, Joaquim Murça e Chico Faria.

Equipa do C.F. Os Belenenses da época de 1986/87

Henry Depireux (treinador), Mapuata, Jaime, José António, Jorge Martins, Mladenov, Hilário
Teixeira, Guina, Joaquim Murça, Sobrinho, Artur

Os Veteranos Belenenses no início do século XXI

Jorge Martins, Joaquim Murça, Galo, Vítor Alves, Vasques, José António, Sobrinho, Luís Alves, Teixeira, Leitão, Ferro, Angeja, Gonçalves, Quintão, André, Jorge Marques, Vicente Lucas, Godinho, Egídio, Albino, Ferreira e Pedro Faria. 

Bernardino, Ramos e Caetano

➣ Bernardino Fernando Sousa, nasceu no Funchal em 03/07/1944 
➣ Joaquim Alberto Luz Ramos, nasceu em Lisboa a 17/02/1947 
➣ António José Figueira Caetano, nasceu em Corte do Pinho/Mértola, a 25/06/1948