Sambinha, Luís Horta, Esmoriz, Carlos Pereira
Vasques, Gonzalez, Lincoln, Cepeda
"A cientifica e fogosa categoria de honra do C.F. os «Belenenses» campião de Portugal, de Foot-Ball, em 1933. Suplemento gratuito ao nº 73 da revista «Stadium» de 5 de Julho de 1933"
📸Bernardo Soares, Jerónimo Morais, Alfredo Ramos, Joaquim Almeida, César de Matos, Heitor Nogueira, José Simões, José Luíz, Rodolfo Faroleiro, Rodrigues Alves e João Belo (capitão)
Jerónimo Morais, Joaquim de Almeida, Alfredo Ramos, José Simões, João Belo (capitão), José Ramos, Augusto Silva e Bernardo SoaresHeitor Nogueira, Rodolfo Faroleiro e Rodrigues Alves
Os belenenses convocados para o jogo contra a equipa do "First Vienna Football Club 1894" disputado nas Salésias no dia 31 de Dezembro de 1933:
📸Cezar de Matos, Rodrigues Alves, Joaquim de Almeida, Heitor Nogueira, José Reis, José Luíz, Bernardo Soares, Alfredo Ramos, José Miranda, Augusto Silva, Rodolfo Faroleiro, José Simões, João Belo, Beto, José Ramos e João Oliveira.
⛹O «onze» que alinhou: José Reis; Simões e Belo; Rodrigues Alves, Augusto Silva e César de Matos; José Ramos, Heitor, Rodolfo, Bernardo e José Luíz.
⚽Marcador: Bernardo, de «penalty«, aos 18'.
Vitória dos austríacos, por 3-1, devido, fundamentalmente, a uma tarde infeliz de José Reis. "Realmente, o resultado desastroso que Reis, logo de inicio, começou a construir contra o seu próprio clube, consentindo «goals» a todos os títulos defensáveis (...) Reis, o guarda-rêdes do Belenenses, se nem sempre foi baluarte seguro do seu clube, teve, por vezes, jogadas de espectáculo e mérito"
José Reis, José Simões, Monteiro, Cristovão, Tomaz, Luíz Fernandes (ex Casa Pia A.C.), José Luíz, José Luiz II, Rodrigues Alves, Armando Santos, Luíz Rodrigues, Augusto Silva, Heitor Nogueira e Bernardo Soares.
Um instantâneo que basta para avaliar o que foi a magistral exibição de Capela no domingo (18 de Fevereiro de 1945). O hábil guarda-redes «vôa» por detrás de Feliciano para parar, no momento preciso, um perigoso remate de Júlio.
O Belenenses tinha quatro (4) ! guarda-redes no plantel da época de 1970-71. E que guarda-redes... um puro desperdício, tendo em conta a qualidade que cada um deles possuía...
José Manuel Mourinho Félix, Vítor Cabral Martins, António Manuel Ferro Pais e Celestino Augusto Belo Pais Ruas.
(...) Quando Matateu chegou a Lisboa vindo de Lourenço Marques por via marítima, não houve aquele movimento desusado que sempre caracteriza a chegada das grandes "estrelas". Nem mesmo os torcedores do Belenenses, clube a que vinha endereçado, se dignaram ir esperá-lo ao cais de desembarque. Era mais um futebolista que chegava, mais um "ambicioso" que vinha tentar a sua sorte, possivelmente como tantos outros - a maioria - que chega com a cabeça cheia de sonhos e a bagagem técnica vazia ...Não se verificou qualquer espécie de entusiasmo com a chegada de Matateu. Apenas os dirigentes do Belenenses estavam presentes; e Lisboa viu-o pela primeira vez no dia 4 de Setembro de 1951, quando um grande transatlântico de largas chaminés o deixou em terra metropolitana depois de centenas de horas monótonas e fatigantes.Seu nome verdadeiro - Lucas Sebastião da Fonseca.No entanto por uma questão de hábito entre os naturais da colónia, deram-lhe uma alcunha - Matateu. E ninguém lá o conhecia de outra maneira, tal como agora em Portugal. Por quê ? porque Matateu é um daqueles "nomes de guerra" que se fixa com facilidade e agrada repetir. É estranho e ao mesmo tempo indecifrável e sem sentido; mas possui indiscutível feição popular !Chegou sem espavento e estreou sem alardes. Por sinal no maravilhoso relvado do Jamor. Ele nunca tinha visto um estádio assim; olhou as linhas elegantíssimas do recinto, fixou a grama e quedou-se espantado. Jogar em cima da relva tão bem tratada ? Até então apenas conhecera campos "carecas", aonde aprendera a manejar o couro e realizar bonitas jogadas, tantas que o seu nome chegou até aos ouvidos dos dirigentes do Belenenses ...A estreia de Matateu com a camiseta azul da Cruz de Cristo não foi um sucesso; mas também não foi um fracasso. Qualidades demonstrou iniludivelmente, mas era fácil reconhecer que estava desambientado, não conhecia os companheiros e estes não o conheciam, o gramado era desconhecido para ele, a moldura do Estádio esmagava-o ! (...)Excerto de uma reportagem publicada no jornal "O Globo" (Rio de Janeiro, Brasil) na edição de 20 de Agosto de 1952, de autoria de Álvaro Melo e Silva
Na foto: José Pereira arrojado, oportuno e espectacular como é seu hábito, saí aos pés do portista Virgílio. Vicente está longe e nada pode fazer.
⛹ «Os Belenenses»: José Pereira; Pires e Moreira; Di Pace, Raúl Figueiredo e Carlos Silva; Angeja, Dimas, «Matateu», Ricardo Perez e «Tito». Treinador: Fernando Riera.
⛹ F.C.Porto: Pinho; Virgílio e Osvaldo Cambalacho; José Maria Pedroto, Miguel Arcanjo e Monteiro da Costa; Hernâni, Gastão, Jaburu, Teixeira e Perdigão. Treinador: Dorival Yustrich.